Notadamente, as revoluções ocorridas na década de 60 do século XX, trazem a equiparação social do homem e da mulher, a derrubada
da segregação racial na maioria dos países, a revolução sexual e o movimento feminista, paralelamente às novas legislações que permitem o divórcio, o segundo casamento e os códigos civis que aceitam a constituição de família diversa da tradicional, a entidade familiar
se vê profundamente transformada.
(ROMANO, 2017.)
Tamanhas mudanças, que impactam sobre todos os setores da sociedade, afetam grandemente a realidade escolar. Nas escolas
contemporâneas, há um grande mosaico de constituições familiares, algumas formadas por um dos entes pátrios, outras formadas
por entes pátrios do mesmo sexo, algumas na qual a realidade do cerceamento da liberdade de um dos entes pátrios se faz presente,
e assim por diante, formando um sem fim de variáveis, que acaba afetando o trabalho da mediação escolar, e sua função de servir
como ponte entre família, seja essa com a constituição que tiver, e a escola, que tem por uma das missões primas, a integração social
e o ensino da aceitação das diferenças.
(CAMPOS; GONÇALVES, 2016.)
Diante do exposto e, ainda, considerando o Orientador Educacional (OE) diante dos desafios da sociedade atual e da família,
são estratégias na relação escola-família, EXCETO: