Em linhas gerais, há diferentes formas de a
comunidade escolar, por seus componentes,
contribuir para a redução das desigualdades em
que os educandos se encontram diante de seu
desenvolvimento e aprendizado. Podemos elencar
algumas delas:
I - Identificar e reformar o ambiente para melhorar a
acessibilidade dos alunos com mobilidade reduzida ou
deficiência física.
II - Buscar acompanhamento profissional adequado
aos alunos com deficiência, distúrbios de
aprendizagem ou altas habilidades/superdotação.
III - Manter sistema de monitoramento de frequência
dos alunos com o objetivo de alertar e até intervir
(pelos órgãos públicos competentes), no caso de
famílias em que crianças e jovens encontram-se
negligenciados e/ou em risco social grave, estando a
escola atenta a sinais como desnutrição, falta de
higiene pessoal, baixa frequência, agressividade,
relatos de problemas, apatia, marcas no corpo, porte
de armas e tantos outros sinais que podem indicar, por
exemplo, ausência familiar, envolvimento com
gangues, exploração do trabalho infanto-juvenil, abuso
sexual e uso de entorpecentes.
IV - Oportunizar, quando possível, ou pelo menos
incentivar a todo momento, o acesso dos jovens a
cursos técnicos, aulas de reforço, palestras
preventivas etc.
V - Oferecer um ambiente de acolhimento,
responsabilidade e incentivo ao crescimento pessoal de modo cooperativo, organizado e de aprendizagem
a todos os alunos.