“Inventou-se [...] uma aristocracia da cana, cujo ápice
absoluto era ocupado pelo senhor de escravos e seu
centralismo político e social. Nos ‘distantes e largos
Brasis’, o proprietário da região reinava quase só,
raramente havendo interferência da Coroa portuguesa
nesses que se consideravam negócios internos. [...]”
SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma
biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p 72.
O poder dessa aristocracia da cana, considerando a
análise feita pelas autoras da obra Casa Grande &
Senzala, de Gilberto Freyre, era assegurado porque os