O Serviço Social, lido sob a égide do pensamento crítico, se insere no contexto das relações capitalistas e, por conseguinte, a
lógica reprodutiva do capital. Iamamoto e Carvalho (1993) inauguram essa leitura tendo como fundamento a profissão na sociedade
capitalista. Desse modo, entende-se o serviço social
A reconhecido por sua atuação nos diferentes campos profissionais, tendo como o principal os movimentos sociais que,
atualmente, corresponde a mais de 90% de empregabilidade. Essa conquista se fez sob a forte orientação do código de
ética profissional.
B no contexto da divisão social do trabalho, na reprodução das relações de classe e no relacionamento contraditório entre
elas. Assim como é fundamental historicizar as práticas da sociedade, as lutas sociais recriadas nas contradições do capitalismo.
C circunscrito pelo contexto externo do mundo capitalista, mas, sobretudo, pela ética pessoal do profissional que influência
sua responsabilidade no interior das relações institucionais. Além disso, deve-se compreender que a ética supera a determinação
histórica.
D como o aprimoramento e a ampliação da ação social da igreja e, posteriormente, profissionalizada para adotar posturas
orientadas pelo conjunto teórico advindo, tanto das ciências humanas, como sociais.
E em sua lógica contraditória, definido pelas diferentes demandas entre as solicitações dos usuários e a capacidade de atendimento
das políticas sociais.