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Homem de 60 anos, portador de hipertensão arterial e fibrilação atrial crônica, em uso irregular de varfarina, despertou disártrico e com paresia no dimídio esquerdo. Ao ser imediatamente atendido no setor de emergência, realizou tomografia computadorizada de crânio, que não mostrou alterações. Como apresentava alteração do nível de consciência (escala de Glasgow: 11/15), foi internado.
Após 48 horas, persistia o déficit motor, e o exame de imagem foi repetido, tendo sido observada