Por muito tempo, na educação brasileira, os conceitos de
infância e criança foram tratados como sinônimos.
Estudos históricos mostraram que são diferentes:
enquanto as crianças sempre existiram como seres
jovens, a ideia de infância foi moldada de maneiras
distintas ao longo da história.
Nos últimos anos, temos entendido as crianças como
seres humanos concretos, presentes no momento atual
e interagindo com outros, portanto, com direitos civis
assegurados. Já o conceito de infâncias tem sido
pensado como a maneira particular de conceber,
produzir e validar as vivências das crianças. Falamos,
nessa perspectiva, em infâncias: