Até o século XVI, acreditava-se que a criança era um
adulto em miniatura e sua capacidade de assimilação era
idêntica a dele, apenas menos desenvolvida, assim, o ensino
era feito através da transmissão do conhecimento.
A aprendizagem do aluno era considerada passiva,
consistindo basicamente em memorização de regras,
fórmulas, procedimentos ou verdades localmente
organizadas. O professor, nesse período, era um transmissor
e expositor de um conteúdo pronto e acabado, e o uso de
materiais ou objetos, recursos didáticos, como o
flanelógrafo, as réplicas grandes em madeira de figuras
geométricas, desenhos ou cartazes fixados nas paredes era
considerado: