O sujeito, previamente vivido como tendo uma identidade unificada e estável, está se tornando fragmentado;
composto não de uma única, mas de várias identidades,
algumas vezes contraditórias ou não resolvidas. Correspondentemente, as identidades, que compunham as paisagens sociais “lá fora” e que asseguravam nossa conformidade subjetiva com as “necessidades” objetivas da
cultura, estão entrando em colapso, como resultado de
mudanças estruturais e institucionais.
(Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, 2006. Adaptado)
Para Stuart Hall, o processo de fragmentação descrito
no excerto