Para o planejamento adequado das ações e da tomada de decisão é
fundamental a análise de informações, como o diagnóstico sobre a
população de determinada unidade territorial. Essas informações
estão disponíveis em sistemas que, em geral, são alimentados nos
próprios serviços de saúde e em outras instâncias municipais.
Considerando-se essas informações, é correto afirmar que o Sistema
de Informação Ambulatorial (SIA)
A
permite acompanhar a trajetória da gestante na rede de
assistência, com a identificação do local do parto, além de
informações importantes sobre patologias durante a sua
internação, possibilita o planejamento das ações após alta
hospitalar e a continuidade da assistência à mulher e à criança.
B
avalia a ocorrência de eventos-sentinela, como a morte de
crianças e mulheres por causas evitáveis, e identifica as
oportunidades perdidas de intervenção pelos serviços de saúde,
de modo a reorientar as práticas de assistência e evitar novas
ocorrências.
C
permite a identificação da criança de risco ao nascimento, que
necessita de acompanhamento prioritário, e a construção das
taxas de mortalidade da população sob responsabilidade do
serviço de saúde.
D
oferece informações para o gerenciamento da capacidade
instalada e produzida, bem como dos recursos financeiros
orçados e repassados aos prestadores de serviços. Há
informações como atendimentos de emergência, especialidades
profissionais e ações de programas especiais.
E
permite o armazenamento das notificações e investigações de
casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de
doenças de notificação compulsória. A partir do banco de
dados, é possível conhecer a magnitude dos agravos sob
vigilância, como incidência, prevalência, letalidade e
mortalidade.