A hipertensão arterial, presente em mais de 60% dos
idosos, encontra-se frequentemente associada a outras
doenças também altamente prevalentes nessa faixa
etária, como a arteriosclerose e o diabetes melito (DM),
conferindo a essa população alto risco para a
morbimortalidade cardiovascular e exigindo, portanto,
uma correta identificação do problema e uma apropriada
abordagem terapêutica. Isso posto, de acordo com a VI
Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, o tratamento
medicamentoso deve ser individualizado e deve
contemplar os seguintes princípios gerais:
I.Ser eficaz pela via oral e bem-tolerado.
II.Permitir o menor número possível de tomadas diárias,
com preferência para aqueles com posologia de dose
única diária.
III.Iniciar com as maiores doses efetivas preconizadas
para cada situação clínica e associar-se a outro
hipotensor de classe farmacológica diferente.
IV.Não há necessidade de instruir o paciente sobre a
doença, os efeitos colaterais dos medicamentos, a
planificação e os objetivos terapêuticos.
É correto o que se afirma: