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Um homem de 52 anos, com histórico de etilismo crônico, apresenta dor abdominal epigástrica crônica, contínua, de forte intensidade, que piora após as refeições. Relata perda ponderal de 7 kg nos últimos 4 meses, esteatorreia e episódios ocasionais de vômitos. Exames laboratoriais evidenciam glicemia de jejum elevada e insuficiência exócrina pancreática. A tomografia computadorizada de abdome revelou calcificações difusas no pâncreas e dilatação do ducto pancreático principal (8 mm), sem massas aparentes. Após manejo inicial com enzimas pancreáticas e analgesia, a dor persiste, limitando muito as atividades do paciente.
Nesse contexto, a abordagem terapêutica mais indicada para esse paciente é