Um paciente de 28 anos, vítima de acidente automobilístico de alta energia, é admitido no pronto-socorro em choque hipovolêmico (PA: 80/50 mmHg; FC: 130 bpm) após
reposição inicial de 2 litros de cristaloides. FAST positivo
para líquido livre na cavidade abdominal. Na laparotomia
de emergência, identificam-se um trauma hepático grau V
com lesão extensa do lobo direito, hemorragia ativa e instabilidade hemodinâmica refratária à reposição volêmica.
Qual a melhor conduta para o manejo cirúrgico desse paciente diante dessa situação?