A Estratégia de Saúde da Família (ESF) no Brasil, apesar
de ser amplamente reconhecida como um modelo eficaz
de atenção primária, enfrenta desafios significativos de
implementação, especialmente no que diz respeito à
cobertura universal. A abordagem da ESF é
frequentemente deficiente na inclusão de comunidades
marginalizadas e na promoção da equidade no acesso
aos serviços de saúde, comprometendo sua eficácia
como pilar do Sistema Único de Saúde (SUS).