Marcelo é servidor público estadual, ocupante de cargo efetivo
de médico e, atualmente, é Diretor de importante hospital
estadual.
Valendo-se de sua autoridade no ambiente de trabalho, Marcelo,
dolosamente, utilizou, em serviço particular em seu consultório
privado, o trabalho de servidores públicos lotados no hospital
estadual, na medida em que as servidoras enfermeiras Maria e
Cláudia, durante o horário do expediente do citado hospital
estadual, saíam do hospital público para fazer triagem nos
pacientes de Marcelo, em seu consultório particular.
De acordo com a atual redação da Lei de Improbidade
Administrativa, Marcelo