Estudos observacionais de base populacional conduzidos no Brasil revelam prevalências de
dislipidemia de 43% a 60%. A dislipidemia é um fator de risco cardiovascular relevante, pelo
desenvolvimento da aterosclerose. Logo, dada sua elevada frequência na população geral, o
diagnóstico e tratamento adequados da dislipidemia são majoritariamente de responsabilidade da
Atenção Pimária. A este respeito é INCORRETO afirmar-se: