Durante a construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico, os dirigentes da empresa optaram por “importar” operários chineses para auxiliar na realização da obra. De acordo
com Aristides Corbellini, presidente da empresa, a presença
desses funcionários era necessária “para que cumprissem
os prazos e o orçamento”. Isso gera, além de problemas com
grupos sindicais, um grande desafio para os gestores em virtude de: