No mundo dos impressos, um livro de história
supõe um pacto de confiança entre o historiador
e seu leitor. Nesse sentido, três dispositivos
clássicos da prova da história estão muito
modificados no mundo da textualidade digital, a
partir do momento em que o leitor é colocado em
posição de poder ler, por sua vez, os livros que o
historiador leu e consultar por si mesmo,
diretamente, os documentos analisados (Chartier,
2009). Quais são os dispositivos descritos pelo
autor?