Santos (2012) explica que, embora o termo “deficiência
mental” tenha sido substituído por “deficiência intelectual”,
as ideias de incapacidade e anormalidade, originadas no
modelo médico, ainda são percebidas como algo fixo. “Contudo, a determinação de incapacidade do sujeito dependerá da impossibilidade a que essa incapacidade se refere,
sendo ela uma condição e, portanto, passível de alteração.”
Com base nessa reflexão, a autora afirma que o enfoque
educacional e de aprendizagem supera o modelo médico
ao colocar ênfase na: