Em 1964 foi lançado o livro “Meios de Comunicação como
extensão do homem”, defendendo um conceito até então
inédito. O autor afirmava que a escrita estende a voz ou
o discurso, o livro estende a escrita, o cinema estende a
literatura, a TV estende o cinema etc. As extensões são
sempre autocontidas e, em primeira instância, remete a
algum sentido do homem.
O autor dessa interpretação dos meios de comunicação
chama-se