A gestação gemelar é sempre considerada uma gestação
de alto risco, associada à ocorrência de mais complicações, à
alta taxa de prematuridade e ao aumento da
morbimortalidade materna, fetal e neonatal. Por isso, é
fundamental o encaminhamento da paciente para pré-natal
de alto risco, com profissionais acostumados com o manejo
desse tipo de gestação. Em relação à ultrassonografia
obstétrica na gestação gemelar, analisar os itens abaixo:
I. O diagnóstico de gestação múltipla deve,
preferencialmente, ser realizado por ultrassonografia
(US) de primeiro trimestre (entre 7-13 semanas), bem
como pela determinação da idade gestacional (IG), da
corionicidade e da amnionicidade.
II. A datação da gestação deve ser realizada pela medida do
comprimento cabeça-nádega (CCN). Quando houver
discordância, o maior dos dois CCNs deve ser utilizado,
evitando-se, assim, o risco de estimar a IG por um feto
com alteração precoce do crescimento.
III. A corionicidade deve ser determinada pelo número de
massas placentárias, pelo sinal do lambda ou do T e/ou
pela presença e espessura de membrana(s) amniótica(s).
Está(ão) CORRETO(S):