Considere o excerto a seguir, retirado de
Silêncio, de Clarice Lispector, para responder
à questão.
“É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É
tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para
não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou
inventar um programa, frágil ponto que mal nos
liga ao subitamente improvável dia de amanhã.”