Bortoni (em Kleiman, 1995) discute as práticas de professores de escolas rurais no que diz respeito ao uso da língua padrão e de variedades não padrão em sala de aula.
A autora relata que, em sua pesquisa, observou alguns
docentes que adiavam a intervenção sobre falas de alunos que mobilizavam uma variedade não padrão quando
discutindo um assunto em sala de aula.
Na perspectiva da autora, esses professores