No entendimento de Flávio Moreira (1998), “o currículo não é o veículo de algo a ser transmitido e passivamente absorvido, mas o terreno em que ativamente se criará e se produzirá cultura”. Nessa perspectiva, o currículo:
1. É compreendido como instrumento de veiculação desinteressada do conhecimento social e cultural produzido historicamente. 2. Atua como difusor de uma cultura produzida em outro local, por outros agentes. 3. Representa espaço privilegiado de manifestação de consensos.