A anemia falciforme resulta de um alelo mutante recessivo
conhecido como alelo S. Em regiões da África com alto
índice de malária, a frequência do alelo S é cerca de 16%,
sendo considerada alta em relação a outras populações. O
aumento da frequência nessas regiões africanas se deve à
vantagem dos heterozigotos em relação a ambos homozigotos.
Os heterozigotos, além de não desenvolver a anemia
falciforme, têm uma menor chance de contrair a malária.