As medidas de risco e as estratégias de hedge desempenham
papéis fundamentais na gestão de carteiras de investimentos e
na mitigação de riscos associados a movimentos adversos do
mercado.
Desse modo, é correto afirmar que:
A o Value at Risk (VaR) e o Expected Shortfall (ES) calculam a
perda máxima esperada com base na distribuição normal
padrão, mas o ES amplia a análise, pois considera como ajuste
as variações na volatilidade implícita das opções constantes
na carteira;
B uma estratégia de hedge delta-gama só é aplicável a carteiras
que contêm exclusivamente opções de venda (puts ), pois as
opções de compra (calls ) são naturalmente protegidas contra
mudanças no preço do ativo subjacente (delta dinâmico);
C estratégias de hedge que utilizam opções devem ser
ajustadas em resposta a mudanças na volatilidade implícita,
pois ela afeta diretamente o prêmio das opções e pode
sinalizar uma alteração na expectativa de mercado quanto à
volatilidade futura do ativo subjacente;
D implementar um hedge delta-gama é menos eficaz do que
estratégias de hedge baseadas unicamente no delta, pois,
para zerar o gama de uma carteira, aumenta-se
desnecessariamente a complexidade da estratégia, sem
oferecer benefícios tangíveis em termos de redução de risco,
já que o gama é uma variação de segunda ordem.
E testes de estresse são considerados redundantes quando o
backtesting do VaR mostra resultados consistentemente
precisos, pois esse resultado indica que a estratégia de hedge
e as medidas de risco são inerentemente robustas sob todas
as condições de mercado;