Em uma festa à fantasia, os convidados deveriam assumir,
por toda a festa, um comportamento singular: ou falariam
somente verdades, ou apenas mentiriam. Pessoas
com a mesma fantasia combinariam com antecedência
quais falariam verdades e quais falariam mentiras e saberiam,
portanto, qual o comportamento de cada um deles.
Um garçom, desconhecedor do comportamento dos
convidados, teve o seguinte diálogo com quatro rapazes
fantasiados de pirata:
Garçom: Quais de vocês estão mentindo?
Pirata 1: – Nenhum.
Pirata 2: – Nenhum.
Pirata 3: – Esses 3 ao meu lado.
Pirata 4: – Os 4.
Garçom: Quem quer cerveja?
Pirata 1: – Eu quero.
Pirata 2: – Eu não quero.
Pirata 3: – Eu quero.
Pirata 4: – Eu quero.
Raciocinando logicamente sobre esse diálogo, o garçom
serviu cerveja para os piratas