Para realizar o teste de recuperabilidade de um ativo, deve-se
estimar o seu valor em uso. No cálculo do valor em uso do ativo,
deve-se considerar, entre outros elementos, a estimativa dos
fluxos de caixa futuros que a entidade espera obter com esse
ativo.
Em relação aos fatores que devem ser incluídos nas estimativas
de fluxos de caixa futuros, analise as afirmativas a seguir.
I. Projeções de entradas de caixa advindas do uso contínuo do
ativo.
II. Saídas de caixa que se referem a obrigações que já foram
reconhecidas contabilmente.
III. Entradas de caixa advindas de ativos que geram outras
entradas de caixa que são, em grande parte, independentes
das entradas de caixa do ativo sob revisão.
IV. Projeções de saídas de caixa que são necessariamente
incorridas para gerar as entradas de caixa advindas do uso
contínuo do ativo e que podem ser diretamente atribuídas ou
alocadas, em base consistente e razoável, ao ativo.
As estimativas de fluxos de caixa futuros devem incluir o que se
afirma em