Leia o texto a seguir.
Somos responsáveis pela fecundação e pela manutenção
de nosso solo sagrado. Seremos sempre guerreiras em
defesa da existência de nossos povos e da Mãe Terra.
Enquanto mulheres, lideranças e guerreiras, geradoras e
protetoras da vida, iremos nos posicionar e lutar contra as
questões e as violações que afrontam nossos corpos,
nossos espíritos, nossos territórios. [...] A vida e o território
são a mesma coisa, pois a terra nos dá nosso alimento,
nossa medicina tradicional, nossa saúde e nossa dignidade.
Perder o território é perder nossa mãe. Quem tem território
tem mãe, tem colo. E quem tem colo tem cura.
Documento final da Marcha das Mulheres Indígenas, 2019. Disponível em;
<https://periodicos.unb.br/index.php/SER_Social/article/view/45426/3637>.
Acesso em: 14 set. 2023.
O conceito de território apresentado no texto se opõe
radicalmente à lógica da