Homem de 64 anos, que fumou 30 cigarros ao dia dos 15 aos 60 anos, relata dispneia progressiva há 6 meses.
Tomografia computadorizada do tórax mostra espessamento reticular periférico com predomínio nas bases
pulmonares, onde há também bronquiectasias de tração e faveolamento. Não há densidade em vidro fosco fora das
áreas de fibrose. O paciente não tem evidência clínica ou laboratorial de doença autoimune; à parte, o tabagismo;
não se identificam exposições ambientais relevantes.
Qual é a atitude recomendada?