Alberto Cupani, em seu texto “A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”, faz a seguinte consideração acerca da filosofia da Mario Bunge: “Quer se trate
de técnica quer de tecnologia, o que está em jogo é uma
atividade consistente na produção de algo artificial, de
um ‘arte-fato’. (...) Algo artificial é, segundo Bunge, ‘toda
coisa, estado ou processo controlado ou feito deliberadamente com ajuda de algum conhecimento aprendido, e
utilizável por outros’”.
Conforme Alberto Cupani, Mario Bunge faz uma distinção
entre técnica e tecnologia, de modo que a