No âmbito da psicologia forense, o
consentimento informado é um requisito essencial para
garantir que o avaliado compreenda os objetivos, limites
e implicações do processo avaliativo. Considere o
seguinte cenário:
Caso:
Um psicólogo forense é nomeado pelo tribunal para
avaliar a capacidade civil de uma pessoa idosa com
suspeita de demência avançada. Durante a avaliação, o indivíduo demonstra dificuldade em compreender o
propósito do exame e em fornecer consentimento de
forma clara. O familiar responsável insiste para que o
psicólogo prossiga com a avaliação, alegando urgência
na resolução do processo judicial.
Com base nas normativas do Conselho Federal de
Psicologia e no Código de Ética, qual é a conduta mais
apropriada para o psicólogo?