O planejamento dos sistemas de saneamento de uma
cidade brasileira prevê que a estação de tratamento
de esgotos (ETE) do município receba os efluentes de
uma bacia de esgotamento sanitário de menor porte,
cuja configuração requer o bombeamento dos esgotos
de uma estação elevatória (EEE), situada no ponto mais
baixo da bacia de menor porte, até um ponto da rede
de esgotamento que está conectado à ETE. A ligação
entre a EEE e a rede atendida pela ETE será feita por
uma tubulação que funcionará sob pressão até transpor o
divisor de águas entre as duas bacias e não poderá, portanto, receber contribuições de outras redes de esgoto
nesse percurso.
Tal tubulação recebe o nome de