A decisão de remover os 20 radares fixos de velocidade
de uma malha viária urbana foi justificada por custos
anuais de manutenção de R$ 1,2 milhão e por um
relatório técnico com alegações de impacto mínimo na
segurança — embora sem dados detalhados. As
câmeras anteriormente monitoravam vias de grande
circulação, como a Avenida da Paz, conhecida por seu
histórico de acidentes relacionados ao excesso de
velocidade. Nos seis meses seguintes à desativação,
registros policiais indicaram um aumento de 38% nos
acidentes com ferimentos, passando de 50 para 69
ocorrências nos trechos antes fiscalizados. Diante da
elevação nos riscos e da manifestação de moradores
sobre a direção imprudente, o Ministério Público exigiu
justificativa técnica da decisão. Com base nos princípios
de segurança viária e nas diretrizes do CONTRAN para
controle de velocidade, registre V, para as afirmativas
verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A desativação dos radares fixos pode ser justificada
com base apenas em custos de manutenção, desde que
a sinalização viária seja reforçada com placas de limite
de velocidade, garantindo a mesma eficácia na redução
de acidentes sem monitoramento eletrônico.
(__) A retirada de radares fixos tende a aumentar a
velocidade média dos veículos, contribuindo para o
crescimento de acidentes com vítimas, especialmente
em vias arteriais com histórico de excesso de velocidade,
como observado após a desativação.
(__) Manter radares fixos em trechos críticos, associados
a campanhas educativas e fiscalização móvel
complementar, é uma estratégia eficaz para reduzir
acidentes e melhorar a percepção de segurança dos
usuários, conforme diretrizes de segurança viária.
(__) Substituir radares fixos por lombadas eletrônicas em
todos os trechos monitorados é suficiente para manter os
níveis de segurança viária, pois o impacto visual das
lombadas compensa a ausência de monitoramento
contínuo de velocidade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: