Paula Macedo, ainda no texto Deficiência física congênita e Saúde Mental (2008), relata o seguinte:
Em termos de socialização, diversos estudos sobre os
comportamentos gerados pelo enfrentamento das dificuldades cotidianas, programas de inclusão social e a prática de atividade física, vêm se constituindo como uma
abordagem científica dessa situação-problema.
As pesquisas têm indicado que, mudanças de atitude
provenientes dos próprios “portadores de deficiência”,
nos seus variados tipos de manifestação: dança, esporte,
mercado de trabalho, inclusão social,