“A partir da reforma instituída pela Lei n. 5.692, de 11 de
agosto de 1971, a concepção produtivista pretendeu
moldar todo o ensino brasileiro por meio da pedagogia
tecnicista que, convertida em pedagogia oficial, foi
encampada pelo aparelho de Estado que procurou difundila e implementá-la em todas as escolas do país. Na medida
em que se processava a abertura “lenta, gradual e segura”
que desembocou na Nova República, as orientações
pedagógicas das escolas foram sendo flexibilizadas
mantendo-se, porém, como diretriz básica da política
educacional, a tendência produtivista.” (Dermeval Saviani)
À escola, então, cabia formar: