Observe a situação descrita, abaixo:
A direção de uma determinada instituição
de ensino pública, ao assumir suas
funções, deparou-se com a seguinte
situação: existia um sentimento de despreparo dos membros que faziam parte
das instâncias colegiadas, o que resultava
em um desiquilíbrio de poder de decisões
em favor daqueles segmentos que
representam a escola em detrimento dos
representantes da comunidade externa. Ao
conversar com os membros das instâncias
colegiadas, identificaram a existência de
dificuldade de compreensão do grau de
autonomia de cada representante, o que
estava ocasionando insegurança nas
tomadas de decisões quanto ao
cumprimento das deliberações que o
colegiado tomava. Falando com os pais ou
responsáveis que representavam este
segmento no Conselho Escolar e na APMF,
verificaram que eles não se sentiam parte
integrante da escola e, consequentemente,
das instâncias colegiadas, não tendo
interesse em participar das reuniões ou
assembleias. Embora a pauta de cada
reunião estivesse claramente definida, ao
analisar os documentos legais do
Conselho Escolar, APMF e Grêmio
Estudantil, a direção percebeu [...] as
possibilidades de participação,
principalmente da comunidade externa.
http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/ar
quivos/File/gestao_em_foco/gestao_escolar_
democratica_unidade3.pdf
Analisando a situação descrita, como o
diretor pode aproximar os representantes
da comunidade externa das decisões
tomadas pelas instâncias colegiadas?
Cabe ao diretor: