Leia a narração:
“uma criança branca pergunta à educadora se
ficará suja se pegar na mão de outra criança
negra, a educadora que também era negra
contou o caso sorrindo e disse à criança “que
é claro que não, todo mundo é igual”; um
monitor relembra o dia em que um grupo de
meninas brincava “de casinha” e, dentre elas,
a menina negra, a qual ele denominou “a de
pele mais escura” fazia o papel de empregada
doméstica, ele resolveu intervir sugerindo que
as meninas trocassem de papéis, mas elas
abandonaram o jogo e quando ele se afastou,
elas retomaram a brincadeira com a mesma
divisão de papéis; a linguagem usada pelas
educadoras ao definir as crianças que
passavam por episódios preconceituosos:
“cabelo ruim” ou “mas essa era pretinha
mesmo, pretinha que chegava a ser azul de tão
preta”. (AFONSO, 1995, p. 17)
Para que esse tipo de comportamento seja
superado, práticas promotoras de igualdade
racial são necessárias, como: