É sempre sobre um fundo fixo, é sempre sobre órbitas há
muito estabelecidas, que o conhecimento se torna possível.
Muito ao contrário de buscar a verdade, o conhecimento tem
como função traduzir o desconhecido em conhecido, com o
objetivo de tornar ordenado – o que pode ser substituído por
humanizado – o que é caótico, o que é devir. Saber, portanto,
não é conhecer, mas esquematizar, simplificar, traduzir a
pluralidade, o excesso em um esquema reduzido de sinais.
MOSÉ, Viviane. Nietzsche e a grande política da linguagem. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2005. p. 139.
Assinale a alternativa que traduz um argumento correto em
relação ao texto.