Leia o poema abaixo para
responder às
questões de 1 a 4.
A
esperança
A Esperança não murcha, ela não
cansa,
Também como ela não
sucumbe a Crença.
Vão-se
sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da
Esperança.
Muita gente infeliz assim não
pensa;
No entanto o mundo
é uma ilusão completa,
E
não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?
Mocidade,
portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a crença de fanal
bendito,
Salve-te a glória
no futuro - avança!
E eu, que vivo atrelado ao
desalento,
Também espero o
fim do meu tormento,
Na
voz da morte a me bradar:
descansa!
Augusto dos Anjos