Embora similar, há diferenças substanciais em gerenciar um processo de programação-mestre de produção,
conforme o tipo de produção, principalmente em termos da possibilidade ou não de o gestor usar estoques
nos vários estágios do processo produtivo (CORRÊA, et al., 2018).
(CORRÊA, Henrique, L. et al. Planejamento, Programação e Controle da Produção - MRP II / ERP, 6ª edição, Grupo GEN, 2018, p. 234)
Considerando o conceito dos tipos ou sistemas de manufatura ou de produção, considere as seguintes
afirmações:
I - Em produção MTS (make to stock), os produtos são feitos para serem estocados e só então consumidos.
II - Na produção ATO (assemble to order), as empresas conhecem seus componentes até o nível de
submontagens, que podem ser bem definidos a priori. Contudo, o produto acabado em si depende de
definições específicas de cada cliente.
III - Na produção ETO (engineer to order), o pedido do cliente não tem de ser aguardado apenas porque
traz informações sobre a configuração desejada do produto final, mas porque traz especificações de
manufatura dos componentes em si, que são feitos muitas vezes com base em desenhos fornecidos
pelo cliente.
IV - Na produção MTO (make to order), tanto o projeto quanto a manufatura de componentes e a montagem
final são feitos a partir, e só a partir, de uma solicitação do cliente.
Somente está CORRETO o que se afirma em: