Paciente do ambulatório de valvopatias, 30 anos, sexo feminino,
queixa-se de dispneia aos mínimos esforços. Encontra-se em uso
regular de furosemida 40mg duas vezes ao dia e betabloqueador.
À ausculta cardíaca: sopro mesodiastólico em ruflar, precedido
por estalido de abertura (próximo de B2), com B1 e B2
hiperfonéticas.
O ecocardiografista do hospital alega que a paciente apresenta
lesão grave e que o aspecto valvar durante a diástole é em
“domo”.
Escore de Wilkins-Block calculado: 12.
Com base no caso acima, o diagnóstico da valvopatia e a conduta
mais indicada são, respectivamente,