Ao longo da história, diferentes abordagens na educação emergiram em resposta a mudanças sociais e teóricas. Inicialmente,
o paradigma tradicional destacou a figura do professor como detentor do conhecimento com alunos passivos. Mais
recentemente, modelos personalizados e centrados no aluno adaptaram o currículo às necessidades individuais, refletindo
a diversidade contínua de abordagens educacionais. Na prática, entre as teorias surgidas nas últimas décadas, há paradigmas
que reconhecem a importância de considerar as múltiplas dimensões do processo educacional, incluindo aspectos sociais,
emocionais, cognitivos e físicos. A partir dessa lógica, pretende-se valorizar o cotidiano do ser humano, o pessoal, a
singularidade, o acaso e outras categorias, como decisão, projeto, ruído, ambiguidade, finitude, escolha, síntese, vínculos e
totalidade. Tais paradigmas são reconhecidos em uma classificação mais abrangente como: