Na busca de garantir um olhar contínuo sobre os
processos vivenciados pela criança, devem ser criadas
estratégias adequadas aos diferentes momentos de
transição por elas vividos.
Nesse contexto, conforme as Diretrizes Curriculares
Nacionais para Educação Infantil, as instituições de
Educação Infantil só NÃO devem:
A Planejar e efetivar o acolhimento das crianças e de
suas famílias quando do ingresso na instituição,
considerando a necessária adaptação das crianças e
seus responsáveis às práticas e relacionamentos que
têm lugar naquele espaço, e visar o conhecimento de
cada criança e de sua família pela equipe da
Instituição.
B Planejar o trabalho pedagógico reunindo as equipes
da creche e da pré-escola, acompanhado de
relatórios descritivos das turmas e das crianças, suas
vivências, conquistas e planos, de modo a dar
continuidade a seu processo de aprendizagem.
C Prever formas de articulação entre os docentes da
Educação Infantil e do Ensino Fundamental
(encontros, visitas, reuniões) e providenciar
instrumentos de registro que permitam aos docentes
do Ensino Fundamental conhecer os processos de
aprendizagem vivenciados na Educação Infantil.
D Priorizar a observação atenta das crianças e mediar
as relações que elas estabelecem entre si, entre elas
e os adultos, entre elas e as situações e objetos,
para orientar as mudanças de turmas pelas crianças
e acompanhar seu processo de vivência e
desenvolvimento no interior da instituição.
E Reorganizar as atividades de modo mais adequado
ao alcance dos propósitos infantis e das
aprendizagens individualmente trabalhadas, com o
objetivo de conhecer as preferências das famílias
das crianças, a forma delas comunicarem seus
valores, como também os parceiros prediletos para a
realização de diferentes tipos de tarefas, suas
narrativas.