Uma visão-chave da terapia cognitiva é de que depressão, ansiedade e raiva são, com frequência, resultados de padrões
recorrentes de distorções cognitivas.
(Leahy, Robert, L. 2006 P. 30.8.)
Com base na citação, considere o caso hipotético:
Marina, 38 anos, fisioterapeuta, busca acompanhamento psicológico após o final de seu relacionamento de seis anos. Durante
a entrevista inicial, relatou à psicóloga que o seu relacionamento era bom. Apesar de o namorado ser possessivo e, às vezes,
agressivo, o final do relacionamento aconteceu por sua culpa. Por não saber lidar com as fragilidades do namorado, Marina
resume que “o namoro acabou porque eu fracassei”.
A frase em destaque no caso exemplifica uma distorção cognitiva denominada: