No final do século vinte, os geógrafos Milton Santos e Maria Silveira elaboraram uma nova proposta de regionalização
brasileira. O critério principal foi o meio técnico-científico-informacional, isto é, a informação e as finanças estão
irradiadas de maneiras desiguais e distintas pelo território brasileiro, determinando uma nova divisão desse território.
O trecho trata da divisão em
A diversos brasis: as áreas de baixa densidade demográfica; as áreas de agricultura pouco mecanizada; as zonas
com uma agricultura globalizada, mecanizada e produtiva; e a zona concentrada, que acumula a maior população,
as maiores infraestruturas e os principais meios técnico-científicos.
B três brasis: a Região Amazônica, de baixa densidade demográfica; a Região Nordeste, primeira a ser povoada,
apresentando uma agricultura pouco mecanizada; e a Região Centro-Sul, com uma agricultura globalizada, as
maiores infraestruturas e os principais meios técnico-científicos.
C cinco brasis: a Região Amazônica, de baixa densidade demográfica; a Região Nordeste, primeira a ser povoada,
apresentando uma agricultura pouco mecanizada; a Região Centro-Oeste, com uma agricultura globalizada,
mecanizada e produtiva; a Região Sudeste, que acumula a maior população e as maiores infraestruturas e os
principais meios técnico-científicos; e Região Sul, com a melhor qualidade de vida.
D alto e baixo brasis: o baixo é de pouca densidade demográfica, apresentando uma agricultura pouco mecanizada;
e o alto possui agricultura globalizada, mecanizada e produtiva, são regiões que concentram a maior população, as
maiores infraestruturas e os principais meios técnico-científicos.
E quatro brasis: a Região Amazônica, de baixa densidade demográfica; a Região Nordeste, primeira a ser povoada,
apresentando uma agricultura pouco mecanizada; a Região Centro-Oeste, com uma agricultura globalizada,
mecanizada e produtiva; e a Região Concentrada, que acumula a maior população, as maiores infraestruturas e os
principais meios técnico-científicos.