O uso de tecnologias de comunicação
alternativa e aumentativa (CAA) tem sido uma solução
eficaz para indivíduos com distúrbios severos de
comunicação, como no caso de pacientes com paralisia
cerebral ou transtornos neurodegenerativos.
Considerando um paciente com paralisia cerebral
espástica grave, que apresenta dificuldades motoras e
de fala, mas habilidades cognitivas preservadas, qual
seria a melhor abordagem terapêutica para favorecer
sua comunicação funcional?