Uma senhora de 72 anos chega ao ambulatório com
queixas de poliúria, polidipsia e infecções urinárias de
repetição. Nega doenças crônico-degenerativas e tabagismo.
Refere realizar atividades físicas leves e adotar dieta
balanceada. De antecedentes familiares importantes, refere
que a mãe teve hipertensão arterial sistêmica e diabetes
Mellitus tipo 2 (DM2). Baseando-se no relato da paciente e
exame físico, o clínico de plantão considera a hipótese
diagnóstica de DM2. Considerando-se a avaliação
laboratorial para confirmação diagnóstica, avaliar se as
afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a
sequência correspondente.
(_) Os critérios laboratoriais para diagnóstico de DM2
incluem glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl, glicemia
2 horas após o teste de tolerância oral à glicose (TOTG)
maior que 140mg/dl e hemoglobina glicada maior ou
igual a 6,5%.
(_) É recomendado como critério de diagnóstico de DM a
glicemia plasmática de jejum maior ou igual a 126mg dl,
ou a glicemia duas horas após sobrecarga de 75g de
glicose igual ou superior a 200mg/dl, ou a HbA1c maior
ou igual a 6,5%.
(_) O diagnóstico de DM deve ser estabelecido por
identificação da hiperglicemia. Podem ser usados a
glicemia plasmática de jejum, o TOTG e a hemoglobina
glicada. Para confirmação diagnóstica, é necessário que
dois exames estejam alterados. Se somente um exame
estiver alterado, o diagnóstico poderá ser descartado.
(_) Para isto o diagnóstico de DM, podem ser usados a
glicemia plasmática de jejum, o TOTG e a hemoglobina
glicada. Para confirmação diagnóstica, é necessário que
dois exames estejam alterados. Se somente um exame
estiver alterado, este deverá ser repetido para
confirmação.