“Deve-se atentar para o fato de que como meio de aquisição
de ‘herança cultural’, de acesso à ‘memória social’, a
educação não pode prescindir do desenvolvimento dos
processos de inteligência que permitam aos indivíduos
avançarem para além das formas culturais de seu mundo
social, inovando e criando uma cultura própria.”
GOBBI, M.; PINAZZA, M. A. Infância e suas linguagens. São Paulo:
Cortez, 2014, p. 30.
“Isso significa que elas são capazes de interagir com as
pessoas e os mundos naturais e simbólicos que as rodeiam e,
assim, estabelecem interações e formulam modos de viver.
Essa capacidade de agir, participar ativamente, falar, criar,
significar e aprender é uma resposta das crianças aos
contextos em que vivem.”
BARBOSA. M. C. S. Culturas infantis: contribuições e reflexões. Rev.
Diálogo Educ., Curitiba, v. 14, n. 43, p. 645- 667, 2014, p. 662.
Correlacionando os dois excertos, qual deve ser o papel da
educação na relação entre cultura e infância?