Uma mulher com 40 anos de idade procurou atendimento médico relatando artralgia, espessamento cutâneo, teleangectasias faciais e fenômeno de Reynaud. Após a investigação clínica, foi diagnosticado esclerodermia. Iniciou-se, então, o tratamento com prednisona, 1 mg/kg ao dia e, decorridos 30 dias desse tratamento, foi realizada pulsoterapia com ciclofosfamida e reduzida a dose da prednisona. Três semanas após a primeira pulsoterapia, a paciente foi atendida no pronto-socorro com queixa de cefaleia intensa, com pressão arterial de 210 mmHg × 140 mmHg e alteração da função renal (creatinina de 2,3 mg/dL e ureia de 110 mg/dL).
Com base nesse caso clínico, julgue o item subsequente.
Nesse caso, a elevada dose de corticoide é fator de risco para piora da função renal.