Na Terapia Cognitiva de abuso de substâncias, identifica-se distorções cognitivas. A distorção, que consiste em erros de
avaliação da importância ou magnitude de um evento, faz com que o paciente espere e antecipe sempre o pior, e é denominada:
A Catastrofização, por exemplo, o paciente que decidiu voltar a beber porque “tudo estaria perdido”, uma vez que não atingiu
uma meta no trabalho.
B Pensamento Dicotômico, por exemplo, o paciente ora julga que está fazendo “tudo” pela abstinência, ora que não está fazendo
“nada”.
C Supergeneralização, por exemplo, “se eu escorreguei e dei um trago, não serei capaz de evitar novamente”.
D Abstração Reativa, por exemplo, o paciente que julga que seu consumo de álcool não é prejudicial por não ter consequências
físicas intensas, mas que desconsidera os problemas com o diabetes e provas de função hepática alterados.
E Abstração Seletiva, por exemplo, o paciente que julga que seu consumo de álcool não é prejudicial por não ficar totalmente
embriagado, mas que desconsidera os problemas com a esposa.